WFX Widjets - Criação de Widjets
WFX Newsletter - Sistema de Newsletter Webeffect
WFX QR Code Reader - Criamos leitores e estruturamos campanhas com Quick Response Code
WFX Notícias - Agregador de Notícias para sites
WFX Templates - Integração de Templates para Joomla
WFX eMarketing - Promoção de sites online
WFX CompraFacil - Pagamentos Multibanco e Payshop para Virtue Mart
WFX Custom - Desenvolvimentos de sites e projectos à medida
WFX Gestão de Conteúdos online
WFX Triplenet - Criação de projectos multiplataforma
WFX Social Networking - Gerimos a sua relação com os clientes nas redes sociais
WFX Mobile Site - Componente Joomla para sites mobile

Serviço de Televisão por Subscrição - 3º trimestre de 2010

O presente relatório apresenta a evolução dos serviços de televisão por subscrição (STVS) 1 tendo em conta as diversas tecnologias de suporte existentes: redes de distribuição por cabo, distribuição por satélite (DTH), sobre rede telefónica pública (xDSL/IP), por fibra óptica (FTTH/FTTB) e sobre acesso fixo via rádio (FWA).

Em 2009 foram iniciadas as emissões de Televisão Digital Terrestre (TDT) para os canais de acesso gratuito (transmissão de serviços de programas televisivos de acesso não condicionado livre) - RTP1, 2, SICTVI, no continente, e RTP Açores e RTP Madeira, nas respectivas Regiões Autónomas. Este facto não afecta directamente os subscritores dos serviços de televisão por subscrição objecto do presente relatório estatístico. Os clientes destes serviços continuarão a aceder aos mesmos, como até aqui, de acordo com as condições definidas pelos seus prestadores 2.

No capítulo 2 apresenta-se a evolução do serviço de televisão por cabo (SDC). No capítulo 3 apresenta-se a evolução do serviço de televisão por subscrição por satélite (DTH). No capítulo 4 desagregou-se o serviço de televisão por subscrição sobre fibra óptica (FTTH/FTTB). O serviço de televisão por subscrição por outros meios (sobre a rede telefónica pública (xDSL/IP) e sobre FWA) é apresentado no capítulo 5. No capítulo 6, apresenta-se a evolução global de todos os serviços e no capítulo 7 são apresentadas as receitas acumuladas do STVS.

Serviços de televisão por cabo

Apresenta-se de seguida a evolução do serviço de televisão por cabo em termos de alojamentos cablados e em termos de assinantes.

  • Alojamentos cablados

No final do terceiro trimestre de 2010 (3T2010), a soma dos alojamentos cablados por todos os operadores era de 4 milhões 3 (vide Tabela 1), mais 0,2 por cento do que no trimestre anterior e mais 1,6 por cento do que em igual período do ano anterior.

O crescimento verificado no presente trimestre reflecte a expansão da rede do Grupo ZON/TV Cabo sobretudo nas regiões Norte, Centro e Lisboa 4.

Tabela 1. Soma dos alojamentos cablados (todos os operadores)

Alojamentos
cablados
(todos os
operadores)


Trimestre
2009


Trimestre
2010


Trimestre
2010

Variação
trimestral

Variação
homóloga

Total
alojamentos
por NUTS II
(fonte: INE)

Norte

1.053

1.071

1.075

0,3%

2,0%

1.854

Centro

580

589

592

0,5%

2,1%

1.407

Lisboa

1.808

1.827

1.825

-0,1%

1,0%

1.419

Alentejo

155

156

157

0,8%

1,5%

464

Algarve

219

220

221

0,3%

1,0%

350

RAA

66

73

73

0,0%

10,1%

107

RAM

91

91

91

0,0%

0,0%

122

Total

3.972

4.027

4.033

0,2%

1,6%

5.722

Unidade: Milhares
Fonte: ICP-ANACOMINE

Nota 1: considerou-se o número de alojamentos familiares clássicos actualizado em Julho de 2010 pelo INE.

Lisboa continua a ser a região onde se concentra a maior parte dos alojamentos cablados (45 por cento).

Gráfico 1. Distribuição dos alojamentos cablados por NUTS II

O gráfico 1 apresenta a distribuição geográfica dos alojamentos cablados no final do terceiro trimestre de 2010. Lisboa continua a ser a região onde se concentra a maior parte dos alojamentos cablados.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

  • Assinantes

No terceiro trimestre de 2010, o número total de assinantes caiu 0,2 por cento em relação ao trimestre anterior, fixando-se nos 1,44 5 milhões, menos 3 mil que no trimestre anterior. Este valor é compatível com a tendência histórica (ver Gráfico 2). Desde o início de 2008, assiste-se a uma tendência de abrandamento e diminuição do número de clientes do serviço. Nalguns casos, esta redução poderá resultar de substituição entre plataformas de acesso ao serviço.

Gráfico 2. Evolução dos assinantes de TV por subscrição e análise de previsão

Evolução real dos assinantes de TV por cabo desde o quarto trimestre 2004, bem como uma regressão linear para determinar que valor seria expectável para o terceiro trimestre 2010.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Em comparação com o trimestre homólogo do ano anterior o número de assinantes sofreu uma redução de 1,0 por cento (vide Tabela 2). Esta redução ocorreu essencialmente nas regiões do Grande Porto, Grande Lisboa e nas regiões autónomas.

Tabela 2. Assinantes do serviço de televisão por cabo (SDC), por NUTS II
Assinantes
do serviço
de televisão
por cabo (SDC),
por NUTSII


Trimestre 2009
Total


Trimestre
2009
dos quais digitais


Trimestre 2010
Total


Trimestre 2010
dos quais digitais


Trimestre 2010
Total


Trimestre 2010
dos quais digitais

Variação Trimestral

Variação Homóloga

Norte

380

196

376

257

375

275

-0,1%

-1,2%

Centro

172

68

171

106

172

115

0,4%

0,2%

Lisboa

690

361

690

465

687

490

-0,4%

-0,4%

Alentejo

43

18

43

27

43

29

1,1%

0,1%

Algarve

53

27

52

35

53

37

0,5%

-1,3%

RAA

45

23

43

25

43

25

-0,7%

-4,5%

RAM

68

44

65

44

64

44

-1,7%

-6,9%

Total

1.452

737

1.440

958

1.437

1.014

-0,2%

-1,0%

Unidade: Milhares
Fonte: ICP-ANACOM

Nota 1: Os números de assinantes da RAA e da RAM, englobam os serviços prestados ao abrigo do protocolo celebrado entre o Governo da República, o Governo Regional dos Açores, o ICP-ANACOM e um operador de redes de distribuição de televisão, num total de cerca de, respectivamente, 3,8 mil e 6,4 mil alojamentos no terceiro trimestre de 2010.

Continua a crescer o número de assinantes do SDC que beneficiam do formato digital. São já mais de um milhão os assinantes digitais do SDC, o que corresponde a mais de 70 por cento dos assinantes do serviço.

Quanto à distribuição geográfica dos assinantes de televisão por cabo, esta manteve-se praticamente inalterada, com as regiões, Lisboa, Norte e Centro a somarem 86 por cento dos assinantes (vide Gráfico 3).

Gráfico 3. Distribuição dos assinantes de serviços de televisão por cabo, por NUTS II

O gráfico 3 representa a distribuição geográfica dos assinantes de televisão por cabo, que se manteve praticamente inalterada, com as regiões, Lisboa, Norte e Centro com cerca de 86 por cento dos assinantes.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Assinantes do serviço de televisão por satélite (DTH)

No final do terceiro trimestre de 2010, o número de assinantes do serviço de televisão através da tecnologia Direct To Home (DTH), era de cerca de 670 mil 6, mais 13 mil que no trimestre anterior (+1,9 por cento), e mais cerca de 46 mil do que no terceiro trimestre de 2009 (+7,4 por cento). Esta evolução do número de assinantes não se afasta de forma estatisticamente significativa da evolução ocorrida nos últimos trimestres (Gráfico 4).

Gráfico 4. Evolução dos assinantes de TV por subscrição e análise de previsão

O gráfico 4 representa a evolução dos assinantes do serviço de televisão através da tecnologia Direct To Home, que era de 670 mil, no final do terceiro trimestre de 2010.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

O aumento do número de clientes resultou sobretudo do crescimento do número de assinantes da PTC, em especial nas regiões Norte e Centro.

Tabela 3. Assinantes de serviços de televisão por satélite (DTH), por NUTS II

Assinantes de serviços de
televisão por satélite
(DTH), por NUTS II


Trimestre
2009


Trimestre
2010


Trimestre
2010

Variação
trimestral

Variação
homóloga

Norte

210

224

229

2,4%

8,8%

Centro

183

197

202

2,8%

10,6%

Lisboa

72

74

74

0,1%

3,1%

Alentejo

61

63

64

2,4%

6,1%

Algarve

29

30

30

1,8%

5,7%

RAA

45

44

43

-2,2%

-2,8%

RAM

24

26

26

2,7%

8,7%

Total

624

657

670

1,9%

7,4%

Unidade: Milhares
Fonte: ICP-ANACOM

Nota 1: Os números de assinantes da RAA e da RAM, englobam os serviços prestados ao abrigo do protocolo celebrado entre o Governo da República, o Governo Regional dos Açores, o ICP-ANACOM e um operador de redes de distribuição de televisão, num total de cerca de, respectivamente, 17,6 mil e 13,9 mil alojamentos no terceiro trimestre de 2010.

A distribuição de assinantes de DTH por regiões manteve-se praticamente inalterada, sendo o Norte e o Centro responsáveis por 64 por cento dos assinantes DTH.

Gráfico 5. Distribuição dos assinantes de serviços de televisão por satélite (DTH), por NUTS II

O gráfico 5 representa a distribuição de assinantes de (Direct To Home) por regiões, que se manteve praticamente inalterada.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Serviço de televisão por subscrição sobre fibra óptica (FTTH/FTTB)

Neste capítulo consideram-se as ofertas de TV por subscrição sobre fibra óptica (FTTH/FTTB).

No final do terceiro trimestre de 2010, existiam 1,4 milhões de casas cabladas com fibra óptica (FTTH/FTTB). Durante o terceiro trimestre de 2010 o número de assinantes de TV por subscrição cujo serviço se suporta em fibra óptica (FTTH/FTTB) aumentou 34,7 por cento, atingindo os 113 mil.

Neste período, surgiu também uma nova oferta de TV por subscrição sobre fibra óptica (FTTH/FTTB), lançada pela da Vodafone, que se junta às 3 existentes: Optimus, ZON/TV CABO (ex-TVTel) e PTC. Estas ofertas não estão necessariamente presentes em todas as regiões do país.

Tabela 4. Assinantes de serviços de televisão por subscrição sobre fibra óptica, por NUTS II

Assinantes de
serviços de
televisão por
subscrição
sobre fibra
óptica, por
NUTS II


Trimestre
2009


Trimestre
2010


Trimestre
2010

Variação
trimestral

Variação
homóloga

Norte

4

29

40

37,4%

>100%

Centro

0

7

10

30,7%

>100%

Lisboa

8

44

59

33,9%

>100%

Alentejo

0

0

0

-

-

Algarve

0

2

2

44,4%

-

RAA

0

0

1

71,3%

-

RAM

0

2

2

12,9%

>100%

Total

12

84

113

34,7%

>100%

Unidade: Milhares
Fonte: ICP-ANACOM

Quanto à distribuição geográfica do número de assinantes, Lisboa e Norte concentram cerca de 87 por cento dos mesmos.

Gráfico 6. Distribuição dos assinantes de serviços de televisão por subscrição por fibra óptica, porNUTS II

Distribuição geográfica do número de assinantes de serviços de televisão por subscrição por fibra óptica, por regiões, em que Lisboa e Norte concentram 87 por cento dos mesmos.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Assinantes do serviço de televisão por subscrição - outras tecnologias

Neste capítulo consideram-se as restantes ofertas de TV por subscrição, nomeadamente sobre a rede telefónica pública (xDSL/IP) e sobre FWA.

Existem actualmente 4 operadores que disponibilizam este tipo de ofertas: AR Telecom (sobre acesso fixo via rádio - FWA), Optimus, PTC e Vodafone, estas últimas recorrendo à rede telefónica pública (xDSL/IP).

Os assinantes do serviço de TV por subscrição suportados nestas plataformas e tecnologias eram cerca de 496 mil no final do terceiro trimestre de 2010, mais cerca de 27 mil do que no trimestre anterior. O crescimento verificado (5,7 por cento), encontra-se ligeiramente abaixo do limite inferior do intervalo de previsão resultante da tendência histórica.

Gráfico 7. Evolução dos assinantes de TV por subscrição e análise de previsão

O gráfico 7 representa a evolução dos assinantes de TV por subscrição suportados noutras plataformas e tecnologias desde o quarto trimestre 2007, tendo atingido cerca de 496 mil no final do terceiro trimestre 2010.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Em relação ao período homólogo, contabilizaram-se cerca de 140 mil novos assinantes (+ 39 por cento).

Tabela 5. Assinantes de serviços de televisão por subscrição - outras tecnologias, por NUTSII

Assinantes de serviços de
televisão por subscrição -
outras tecnologias, por
NUTS II


Trimestre
2009


Trimestre
2010


Trimestre
2010

Variação
trimestral

Variação
homóloga

Norte

81

115

123

7,8%

52,3%

Centro

60

90

99

9,3%

63,4%

Lisboa

142

159

157

-1,3%

10,9%

Alentejo

36

52

56

8,8%

56,6%

Algarve

24

32

34

6,7%

43,8%

RAA

8

12

15

23,9%

97,4%

RAM

5

9

11

18,3%

>100%

Total

356

470

496

5,7%

39,3%

Unidade: Milhares
Fonte: ICP-ANACOM

PTC foi a principal responsável por esta evolução, em particular nas regiões Norte e Centro.

Gráfico 8. Distribuição dos assinantes de serviços de televisão por subscrição - outras tecnologias, porNUTS II

O gráfico 8 mostra a distribuição geográfica dos assinantes de outras tecnologias, que se concentram em mais de 75 por cento dos casos em Lisboa, Norte ou Centro do país.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Serviço de televisão por subscrição: cabo, satélite (DTH), fibra óptica e outras tecnologias

Neste trimestre, o número total de assinantes do serviço de TV por subscrição continuou a crescer, tendo superado os 2,7 milhões 7, mais 65 mil que no trimestre anterior e mais cerca de 272 mil do que mesmo período do ano anterior (vide Tabela 6). Como resulta da exposição anterior, os principais motores do crescimento do serviço foram, em primeiro lugar, o FTTH/FTTB e em segundo lugar as 'outras tecnologias' de acesso (TV por subscrição sobre a rede telefónica pública (xDSL/IP) e sobre FWA) que representam, em conjunto, cerca de 85 por cento dos novos clientes (em termos líquidos) no terceiro trimestre de 2010.

Tabela 6. Assinantes do serviço de TV por subscrição por NUTS II e por 100 habitantes

Assinantes
do serviço de
TV por
subscrição
por NUTS II
e por 100 habitantes


Trimestre
2009


Trimestre
2010


Trimestre
2010

Variação trimestral

Variação homóloga

Assinantes
por 100
alojamentos

Assinantes
por 100
habitantes

Norte

675

743

767

3,3%

13,6%

41,4

20,5

Centro

416

466

483

3,6%

16,2%

34,3

20,3

Lisboa

911

967

977

1,0%

7,3%

68,9

34,5

Alentejo

140

158

164

4,2%

17,2%

35,3

21,8

Algarve

106

115

119

3,1%

12,8%

34,0

27,4

RAA

97

101

103

2,0%

5,3%

96,2

41,8

RAM

98

101

103

1,5%

4,9%

84,6

41,6

Total

2.443

2.651

2.716

2,5%

11,2%

47,5

25,5

Unidade: Milhares
Fonte: ICP-ANACOMINE

Nota: considerou-se o número de alojamentos familiares clássicos
8 actualizado em Julho de 2010 e a população residente publicados pelo INE.

No final do terceiro trimestre de 2010, o Serviço de distribuição de TV por cabo representava 53 por cento do total de assinantes de TV por subscrição - menos 1,4 pontos percentuais do que no trimestre anterior. O peso das ''outras tecnologias'' e do FTTH/FTTB aumentou em conjunto cerca de 2 pontos percentuais, representando agora 18,3 por cento e 4,2 por cento do total, respectivamente. O peso do DTH caiu para 24,7 por cento dos assinantes de STVS.

Em termos regionais, esta distribuição varia consideravelmente. Apesar da diminuição do peso relativo do cabo, este continua a ser claramente dominante ou maioritário em Lisboa, na Madeira, no Norte e no Algarve. Nos Açores, a proporção de DTH e de TV por cabo é muito semelhante. Na região Centro e no Alentejo predomina o DTH, sendo que nesta última região as ''outras tecnologias'' já são utilizadas por mais de um terço dos assinantes.

Tabela 7. Distribuição do total de assinantes por rede de distribuição e por NUTS II

Distribuição do total
de assinantes por rede
de distribuição e por NUTS II

TV por cabo

DTH

FTTH/FTTB

Outras
tecnologias

Norte

48,9%

29,8%

5,2%

16,1%

Centro

35,6%

41,9%

2,0%

20,5%

Lisboa

70,3%

7,6%

6,0%

16,1%

Alentejo

26,5%

39,3%

0,0%

34,3%

Algarve

44,2%

25,3%

1,8%

28,6%

RAA

41,8%

42,4%

0,8%

15,0%

RAM

61,8%

25,5%

2,2%

10,5%

Total

52,9%

24,7%

4,2%

18,3%

Unidade: %
Fonte: ICP-ANACOM

No que respeita à distribuição geográfica do total de assinantes, não se registaram alterações significativas, sendo Lisboa, Norte e Centro as regiões onde se concentram mais de 80 por cento dos clientes do STVS(vide Gráfico 6).

Gráfico 9. Distribuição do total de assinantes de serviços de televisão por subscrição por NUTS II

O gráfico 9 mostra a distribuição geográfica do total de assinantes, não tendo registado alterações significativas.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

Continua a aumentar a penetração dos assinantes de TV por subscrição relativamente aos alojamentos, que ascende a 47,5 por cada 100 alojamentos 9.

Gráfico 10. Evolução do total de assinantes de serviços de televisão por subscrição face ao total de alojamentos

O gráfico 10 desenha a evolução da penetração dos assinantes de TV por subscrição relativamente aos alojamentos, que ascende a 47,5 por cada 100 alojamentos.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

A penetração destes serviços face ao total de alojamentos continua a ser superior à média nas Regiões Autónomas e em Lisboa, sendo no mínimo, em todas as regiões, superior a um terço dos alojamentos (Gráfico 11).

Gráfico 11. Penetração de serviços de televisão por subscrição por rede de distribuição face ao total de alojamentos

O gráfico 11 mostra-nos a penetração do serviço de TV face ao total de alojamentos, por regiões e por tecnologia no terceiro trimestre 2010.
(Clique na imagem para ver o gráfico numa nova janela)

O Grupo ZON/TV Cabo continua a deter a quota de assinantes de TV por subscrição mais elevada (59,2 por cento). A PTC mantém-se como o 2.º maior operador de TV por subscrição com uma quota de 28,3 por cento dos assinantes, mais 1,8 pontos percentuais do que no trimestre anterior. O terceiro maior operador continua a ser a Cabovisão, com uma quota de cerca de 10 por cento (Tabela 8).

Tabela 8. Quotas de assinantes do serviço de TV por subscrição

Quotas de assinantes
do serviço de TV por subscrição


Trimestre
2009


Trimestre
2010


Trimestre
2010

Grupo ZON/TV Cabo 10

66,6%

60,8%

59,2%

ZON TV Cabo Portugal 11

59,7%

54,7%

53,3%

ZON TV Cabo Açoreana

3,2%

2,9%

2,8%

ZON TV Cabo Madeirense

3,6%

3,3%

3,2%

TVTEL

-

-

-

Bragatel

-

-

-

Pluricanal Leiria

-

-

-

Pluricanal Santarém

-

-

-

PTC

20,7%

26,5%

28,3%

Cabovisão

10,6%

9,8%

9,6%

AR Telecom

1,0%

0,9%

0,9%

Optimus

0,9%

1,2%

1,2%

Vodafone

-

0,6%

0,6%

Outros prestadores alternativos

0,1%

0,2%

0,2%

Unidades: %
Fonte: ICP-ANACOM

Nota: Existem operadores que actuam em segmentos específicos de mercado. A posição relativa que os operadores ocupam neste quadro não deve ser interpretada como um indicador da qualidade dos serviços prestados ou da performance desses operadores nos segmentos em que actuam.

Receitas do Serviço de televisão por subscrição

Nos primeiros 9 meses de 2010, as receitas individualizáveis do STVS totalizaram cerca de 541 milhões de euros, um aumento de cerca de 12 por cento face ao período homólogo do ano anterior. Deste total, cerca de 64 por cento correspondia a receitas de TV por cabo, 27 por cento a DTH e os restantes 9 por cento a outras tecnologias. Estas receitas são provenientes de ofertas stand-alone ou de pacotes multiple play cuja componente de televisão é individualizável. De notar que a totalidade das receitas de DTH são individualizáveis, assim como a grande maioria das receitas de cabo, tendo as restantes tecnologias uma componente muito maior de receitas não individualizáveis.

Quanto às receitas não individualizáveis de pacotes de serviços que integram o serviço de TV por subscrição, estas atingiram 149 milhões de euros, mais cerca de 71 por cento do que no período homólogo de 2009 e provêm essencialmente de pacotes triple play associados a tecnologias sobre a rede telefónica pública (xDSL/IP), que são também os que têm crescido mais em termos de número de assinantes, relativamente ao ano 2009.

Tabela 9. Receitas acumuladas individualizadas e não individualizáveis de pacotes de serviços com TV por subscrição

Receitas acumuladas individualizadas
e não individualizáveis de pacotes de
serviços com TV por subscrição

Janeiro 2009-
Setembro 2009

Janeiro 2010-
Setembro 2010

Variação
homóloga

Individualizadas

483.574

541.163

11,9%

2 PLAY

TV+Internet

4.107

15.759

>100%

TV+Telefone fixo

4.626

13.293

>100%

3 PLAY

TV + internet + Telefone fixo

78.615

120.130

52,8%

Total de receitas não individualizáveis

87.348

149.181

70,8%

Unidades: milhares de euros
Fonte: ICP-ANACOM


1 A informação foi recolhida junto dos prestadores deste serviço e poderá ser objecto de alterações caso se verifiquem revisões ou actualizações. A data de referência da recepção da informação é 30 de Setembro de 2010. Em virtude de actualizações de dados por parte de alguns operadores de redes de distribuição por cabo foram corrigidas as séries de alojamentos cablados e de assinantes digitais desde o segundo trimestre de 2008, anteriormente publicadas, tendo estas correcções atingido no máximo 0,4 e 0,8 por cento do total respectivamente.
2 Para mais informação, consultar Televisão Digital.
3 A oferta do serviço por mais do que um operador na mesma região implica a possibilidade de múltipla cablagem de um mesmo alojamento. Isto significa que a soma dos alojamentos cablados por todos os operadores pode resultar em duplas contagens. Tal é evidente, por exemplo, na região de Lisboa, onde a soma dos alojamentos cablados por todos os operadores é superior ao total de alojamentos. Este facto tem vindo a ganhar relevância com o crescimento da concorrência entre operadores. Estima-se que este efeito de dupla contagem atinja no máximo 13 por cento dos alojamentos cablados.
4 Para efeitos da análise por região recorreu-se à Nomenclatura de Unidades Territoriais para fins estatísticos (NUTS), com as fronteiras definidas de acordo com o Decreto-Lei número 244/2002, de 5 de Novembro.
5 Este número inclui os serviços prestados ao abrigo do protocolo celebrado entre o Governo da República, os Governos Regionais, o ICP-ANACOM e um operador de redes de distribuição de televisão actualmente a operar em cada uma daquelas duas regiões e que visa garantir aos cidadãos dos arquipélagos o acesso gratuito aos canais generalistas de âmbito nacional bem como a gradual migração da tecnologia analógica para a digital. Os serviços prestados ao abrigo dos mencionados protocolos abrangiam cerca de 10 mil alojamentos no terceiro trimestre de 2010.
6 Este número inclui os serviços prestados ao abrigo do protocolo celebrado entre o Governo da República, os Governos Regionais, o ICP-ANACOM e um operador de redes de distribuição de televisão actualmente a operar em cada uma daquelas duas regiões. Os serviços prestados ao abrigo dos mencionados protocolos abrangiam cerca de 31,2 mil alojamentos no primeiro trimestre de 2010.
7 Este número inclui os serviços prestados ao abrigo do protocolo celebrado entre o Governo da República, os Governos Regionais, o ICP-ANACOM e um operador de redes de distribuição de televisão actualmente a operar em cada uma daquelas duas regiões. Os serviços prestados ao abrigo dos mencionados protocolos abrangiam cerca de 41,6 mil alojamentos no terceiro trimestre de 2010.
8 Dever-se-á levar em consideração que o número de alojamentos familiares clássicos poderá incluir alojamentos não ocupados permanentemente, nomeadamente segundas habitações. Este efeito notar-se-á particularmente em zonas geográficas específicas (por exemplo, no Algarve).
9 Dever-se-á levar em consideração que o número de alojamentos familiares clássicos poderá incluir alojamentos não ocupados permanentemente, nomeadamente segundas habitações. Este efeito notar-se-á particularmente em zonas geográficas específicas (por exemplo, no Algarve).
10 Em 24 de Novembro de 2008 a Autoridade da Concorrência comunicou à ZON Multimédia a sua decisão de não oposição à aquisição das empresas do Grupo Parfitel (Bragatel, Pluricanal Leiria e Pluricanal Santarém), assim como da TV Tel.
11 No dia 31 de Julho de 2009, ocorreu a fusão por incorporação na ZON TV CABO das sociedades TV Tel, Bragatel, Pluricanal Santarém e Pluricanal Leiria.

Webeffect - Produtora de Tecnologia

Fazemos Acontecer

A equipa Webeffect

Na Webeffect temos uma longa experiência, ao longo dos últimos doze anos, no desenvolvimento de aplicações Triplenet - Internet, extranet, intranet - e aplicações móveis - Mobile
telemóveis, PDA's. Alinhada com a maximização do negócio on-line, através do Mobile Marketing e M-Commerce - SMS, Bluetooth - TI e soluções integradas.
A Webeffect recebeu em 25 de Junho de 2009 o Prémio Nacional Multimédia na categoria de Tecnologias de Comunicação para o seu equipamento de Marketing de Proximidade o dib - Difusor de Informação Bluetooth.
Recentemente, fomos convidados pela Internet World 2009 para fornecer o evento com o DIB-Difusor de Informação Bluetooth, fazendo também parte da exibição em Londres. Fomos distinguidos pelo IAPMEI pelo: "Excelente contributo para o desenvolvimento da tecnologia em Portugal".

Pretendemos assim caminhar no sentido da excelência e qualidade com a nossa gama de produtos e serviços, garantindo a máxima qualidade e responsabilidade nas tecnologias adoptadas e dar assim resposta às exigências dos nossos clientes.

Premio Nacional Multimédia 2010No dia 23 de Junho de 2010, o Directório Mobile de Portugal foi finalista de mais uma edição do Prémio Nacional Multimédia, este directório agrega URLs de sites mobile pensados para os pequenos ecrãs de telemóvel. Está organizado por categorias e será o ponto de encontro mobile para quem procura informação no telemóvel e está acessivel de duas formas: no PC : http://www.telemoveis.com/directorio-sites-mobile/ e no seu telemóvel: http://mdir.telemoveis.com A presença no directório é gratuita a todas as entidades que pretendam listar os seus endereços.

Saiba aqui o que podemos fazer por si e pela sua empresa e sejam bem-vindos à Webeffect!

Green Project Awards 2009 com Webeffect

Green Project Awards 09  A Webeffect contribui para o Status da Sustentabilidade em Portugal, e o projecto TheBlueGuide.com foi aceite no Green Project Awards 09

GPA 2009 é a segunda edição de um projecto pioneiro em Portugal criado pelo Grupo GCI, em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e a Quercus e que, em 2009 pretende:

  • Premiar e reconhecer boas práticas em projectos implementados em Portugal, que promovam o desenvolvimento sustentável, como complemento a um movimento de sensibilização, com os objectivos gerais de alertar e consciencializar a Sociedade Civil para a importância do equilíbrio ambiental, económico e social;
  • Dar visibilidade às entidades e/ou instituições que identificaram uma oportunidade no apoio e promoção da sustentabilidade e que geram informação com mensagem pró-sustentabilidade;
  • Reforçar a sustentabilidade com vista a uma repercussão no comportamento dos cidadãos e decisores em geral, fazendo da criatividade, inovação e eficácia um caminho para a sustentabilidade.